terça-feira, 18 de outubro de 2011

Depoimentos - Terceira semana de julgamento


Nessa terceira semana do julgamento de Conrad Murray, apenas 5 testemunhas depuseram. Talvez, isso se deva ao fato de que houve audiências em apenas 3 dias: terça-feira (11/10), quarta-feira (12/10) e quinta-feira (13/10).

Fontes: The Essential, Terra, OFuxico, Jornal Pequeno, AFP, Twitter Jackson_Legacy, Twitter abc7MurrayTrial, Twitter mjBeats, Twitter MJNABrasil, TMZ



A corte continua escutando o áudio do depoimento de Conrad Murray aos detetives Smith e Martinez, que foi interrompido na segunda semana de julgamento. Murray conta que falou com Katherine Jackson e os filhos de MJ - segundo ele, Joe não apareceu no hospital. Todos choraram muito ao receber a notícia da morte. "Eu sei que você tentou o seu melhor, mas eu estou triste, eu vou acordar de manhã e não vou ver mais o meu pai", dizia Paris. Murray pediu que deixassem Michael apresentável para a família se despedir. Katherine Jackson não queria ver o corpo, mas as crianças foram vê-lo no UCLA. "Você sabe porque ele morreu?", teria perguntado a mãe de MJ. Murray disse no interrogatório que afirmou que não sabia e aconselhou a família a fazer uma autópsia, porque ele também queria saber o motivo. Murray disse que cuidou de Michael Jackson por pneumonia, fratura no dedo do pé e infecção respiratória. Além disso, tinha que tratá-lo para fraqueza e desidratação, porque o cantor não costumava comer muito. O cardiologista disse que existiam remédios no quarto de Michael Jackson e afirmou que eles consultava outros médicos. Na gravação, ele afirma que prescreveu Lorazepam, Valium e Flumax para o cantor. Conrad Murray diz que MJ tinha uma visão muito ruim, mas nunca foi a um oftalmologista. Murray diz que encontrou medicamento para glaucoma prescrito para Michael e isso foi uma "surpresa" para ele. "MJ ia ao escritório de Klein 3 vezes por semana, voltava visivelmente perdido e levava pelo menos 24 horas para se recuperar", disse Conrad. Ao ser informado pela polícia que foi encontrada maconha e 2 embalagens vazias de cigarros no quarto de seu paciente, o médico dá uma longa respiração e afirma que não sabia que ele fumava. Murray diz aos detetives Scott Smith e Orlando Martinez exatamente onde procurar os medicamentos que ele guardou depois que MJ morreu. A gravação termina e o depoimento de Smith, também interrompido na segunda semana, é retomado.


Scott Smith conta que, no dia 28 de julho, a polícia fez buscas no consultório de Murray, em Las Vegas, e em seu carro - não foi encontrado Propofol em ambos. Além disso, durante uma busca em uma empresa farmacêutica, a polícia ficou sabendo que entregas eram feitas na casa de Nicole Alvarez, namorada do médico, mas também não havia Propofol lá. O investigador conta que achou frascos de Diazepam e Lorazepam na suíte do cantor no dia 26 de junho de 2009. Smith afirmou que Murray parecia "muito surpreso" quando soube que a polícia não estava em posse de sua bagagem médica. O médico nunca comentou sobre seus telefonemas para namoradas, no dia 25/06. Smith é questionado sobre malas e sacolas no quarto de MJ e explica: "Como foi Elissa Fleak que removeu os ítens das sacolas, eu não tomei nota até terem sido todos retirados e fotografados". O advogado de defesa pergunta quem achou a maconha no quarto de Michael Jackson, e o detetive diz que foi achada pela família em um kit de barbear. Smith diz que entrevistou outras pessoas além de Murray, inclusive alguns médicos de Michael. Ele ainda confirma que Alberto Alvarez não contou, no dia 25 de junho, o que testemunhou na primeira semana de julgamento - que Murray o mandou guardar medicamentos em sacolas antes de ligar para a emergência, e que o cardiologista teria pedido para voltar à casa para pegar 'um creme'. Na casa do cantor, não havia câmeras voltadas para as portas, mostravam mais áreas externas. Para finalizar, o advogado de Murray aponta que nas primeiras anotações de Smith, ele colocou que havia um frasco de Propofol em uma bolsa de soro - mas no relatório final, não é mencionado isso.


Christopher Rogers, patologista que participou da autópsia em Michael Jackson, diz que ele era mais saudável do que a média das pessoas da sua idade - mas estava muito magro. Ele conta que a próstata do cantor estava inchada, o que lhe criava dificuldade para urinar, e que tinha vitiligo. Observou também: pólipo de cólon, leve inchaço do sistema nervoso, inflamação crônica nos pulmões, costela extra, artrite. O legista diz que havia uma queimadura no topo da cabeça do astro. Michael Jackson queimou a cabeça gravando um comercial para o refrigerante Pepsi, em 1984. "Ele não tinha problemas cardíacos, nem colesterol nas veias do coração", disse Rogers. Havia 70g de um fluído escuro no estômago de Michael - que ele diz nunca ter descoberto do que se tratava -, mas nada na garganta. O estômago continha uma pequena quantidade de Lorazepam. O legista conta que na autópsia não descobriu a causa da morte, então procurou outros médicos e pediu um exame toxicológico de Michael Jackson. "Foi homicídio", concluiu depois de receber o exame toxicológico. "Michael Jackson estava tendo problemas para dormir, mas Propofol não era o medicamento para isso. E não havia aparelhos corretos para reanimá-lo em caso de uma parada cardíaca", disse. Rogers ainda diz que o Rei do Pop, que pesava cerca de 61kg e tinha 1,75m, não teria condições de acordar e se automedicar em apenas dois minutos - Murray alega que deixou seu paciente sozinho no quarto por esse período para ir ao banheiro. O Propofol queima ao entrar na veia, por isso que é ministrado com Lidocaína, que anestesia a sensação de dor. Rogers diz que o caso se trata de um homicídio por 4 fatores: Fator 1 - Propofol e outros medicamentos foram administrados por outra pessoa; Fator 2 - Propofol não administrado em ambiente hospitalar; Fator 3 - Mal atendimento; Fator 4 - Circunstâncias não levam a crer na auto-administração de Propofol. A posição em que o IV estava (abaixo do joelho) só reforça a tese de que Michael não injetou o medicamento em si mesmo.


Um cardiologista colaborador do Medical Board of California, o organismo que regula a prática da medicina na Califórnia, afirmou que o médico Conrad Murray foi o responsável pela morte de Michael Jackson por cometer sérias negligências, uma conclusão à qual chegou após estudar a entrevista do acusado aos detetives responsáveis pela investigação. Dr. Alon Steinberg diz que Murray foi classificado como o causador de 'um desvio extremo dos padrões médicos'. Steinberg confirma que Conrad Murray não era um cardiologista certificado em junho de 2009, e que ele não poderia realizar sedações profundas - para isso, seria preciso um anestesista. O Propofol pode parar a respiração e causar pneumonia, e, para administrá-lo, é necessário diversos equipamentos, como oxímetro de pulso, tubo endotraqueal, desfibrilador, etc., além de uma equipe médica por perto. Mesmo se MJ tivesse tomado a dose fatal, Murray ainda estaria em falta por ter deixado o cantor sozinho naquele quarto - foi como abandonar um bebê em uma escada. Steinberg fala que MJ não teve uma parada cardíaca, mas uma parada respiratória, e Conrad não seguiu os procedimentos certos para o caso. "Murray poderia ter usado Flumazenil (um antídoto para o Propofol), ligado para o 911, dado oxigênio através de uma bolsa com pressão. Mas, ao invés disso, tentou respiração boca a boca, que não tem o mesmo efeito. Fez massagem cardíaca, apesar de que o coração de Michael estava batendo normalmente. Ele não soube lidar com o real problema - a parada respiratória. Ele não seguiu os protocolos. É estranho que um médico não ligar para o 911 (emergência). É um conhecimento básico. Porém, ele preferiu chamar o assistente de Michael", falou. O doutor ainda diz que encontrou 6 exemplos de desvio extremo do padrão no atendimento de Murray a Jackson: uso de Propofol para um problema de sono; uso de Propofol em casa; falta de equipamento apropriado; preparação inadequada para complicações de emergência; incapacidade de pedir ajuda de emergência (911); falta de manutenção adequada dos registros médicos. "O comportamento de Murray foi estranho. Como um profissional médico, ele deveria saber como se comportar em caso de emergência", disse Alon, que também conta que Conrad Murray deveria ter feito anotações, documentando o que Michael comia, quais remédios eram administrados, a evolução do paciente, etc. Se todos esses desvios não houvessem ocorrido, o Rei do Pop estaria vivo hoje: "Michael Jackson poderia ser salvo". Steinberg revela que, para realizar sedação num paciente, é preciso que haja um consentimento assinado, informando de todos os riscos do medicamento. "Eu não conheço um único cardiologista que use propofol", conta. Segundo ele, Murray foi irresponsável: "Ele parecia não ter ideia do que estava fazendo. Conrad Murray contribuiu diretamente para a morte prematura de Michael Jackson".


Um especialista em medicamentos soníferos, Dr. Nader Kamangar, testumunhou que tratar insônia com propofol "é incompreensível". "Isso é um desvio grave dos padrões", afirmou Nader Kamangar, especialista em doenças do sono no centro médico UCLA. O propofol, com o qual Jackson estava tão familiarizado, "é usado para sedar pacientes entubados", assinalou. Kamangar afirmou que o uso habitual do analgésico Demerol pode acarretar em um problema crônico de insônia, o que teria levado Murray a prescrever Propofol ao artista. O especialista afirmou que o uso indiscriminado de Propofol, possibilitado pelo acusado, foi irresponsável. Era Arnold Klein quem prescrevia Demerol a Michael, resultando no seu vício em anestésicos. "Costumo evitar a prescrição de Demerol", afirmou o Dr. Kamangar durante o depoimento. "Ele pode resultar em maior hiperatividade e excitação nos pacientes, atuando como estimulante, e pode causar insônia", revelou. "A combinação de fatores, principalmente o uso de propofol após o Lorazepam em um paciente que não está sendo controlado, gerou uma tempestade perfeita. É uma receita para a tragédia", definiu Kamangar. "A decisão correta nessa situação é que o paciente seja analisado por um psiquiatra", afirmou o médico, interrogado pelo advogado de Murray sobre a insônia crônica de Jackson. O especialista também criticou Murray por não ter levado em conta o histórico médico de Jackson, e não ter conversado com pessoas ligadas ao cantor, como o seu segurança, para investigar as causas de sua insônia. Nader ainda diz que, mesmo se Michael insistisse em continuar sendo tratado com Propofol, Murray deveria ter recusado. "Se é um tratamento errado, mesmo se o paciente for insistente, eu me recuso a realizar", contou. "Médicos não podem se lembrar de tudo. É importante documentar por escrito. Murray não registrou uma única coisa. É uma violação flagrante não escrever nada em caso de sedação. A combinação de intoxicação por Propofol e Lorazapam matou MJ, mas as circunstâncias também levaram a isso", disse o médico, deixando bem claro que, se Murray tivesse tido outra atitude em relação aos cuidados de Michael, tudo seria diferente. Dr. Kamangar afirmou que seria impossível dizer apenas por observação se MJ estava tendo complicações ou simplesmente dormindo. Com a falta de equipamentos necessário, Murray deveria ter chamado a emergência imediatamente quando viu que algo estava errado com o cantor. A defesa questiona como Dr. Nader teria agido no dia da morte de Michael Jackson caso estivesse na posição de Conrad Murray. Ele responde que jamais estaria na posição de Murray porque isso implicaria em ser negligente e ele sabe bem os procedimentos corretos na utilização do Propofol.


Dr. Steven Shafer é um anestesista especialista em Propofol, professor de anestesia na Universidade de Colombia. Ele é o responsável por análises e pela bula do Propofol. Em sua análise, descobriu que propofol era para ser usado com cuidado, pois se o médico fica “fora por um pouco”, a dose pode resultar em um paciente levando horas ao invés de minutos para acordar da sedação. Shafer explica a maneira correta de administrar Propofol. Explica que mesmo medicando o paciente com o anestésico por 10 dias, o Propofol é logo expelido pelo corpo, podendo o paciente acordar rapidamente. Ao aplicar a droga, ela é diluída pelo sangue do paciente, sendo metobolizada no fígado.


O advogado de Conrad Murray anunciou em tribunal que está abandonando o argumento de que Michael Jackson se matou acidentalmente por via oral, com a auto-administração de Propofol. Estudo independente mostrou que engolir Propofol não produziria resultados fatais. O principal advogado, Ed Chernoff, disse nas declarações de abertura que iria mostrar que MJ auto-administrou a droga. Chernoff ainda pode argumentar que MJ injetou a dose fatal após o despertar.



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10 comentários:

  1. "Se todos esses desvios não houvessem ocorrido, o Rei do Pop estaria vivo hoje. Segundo Steinberg, 'Michael Jackson poderia ser salvo'".
    A meu ver, o depoimento desse cardiologista pode ser decisivo para a condenação do "medicozinho" (legal Zu!).
    Não vejo outro resultado para esse julgamento, senão a condenação desse sujeito. Uma condenação muito folgada, cheia de privilégios. Já começa pelo tempo que é muito curto... ainda fracionado ao meio.
    Mas teremos uma vitória: ele não vai continuar matando seus pacientes, como fez com o nosso Rei.

    JUSTIÇA PARA MICHAEL!!!
    CADEIA PARA MURRAY!!!

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  2. O Murray está cercado por todos os lados. Quero ver ele sair dessa. Guto acho também que ele vai ser condenado.

    L.O.V.E.

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  3. "Mas teremos uma vitória: ele não vai continuar matando seus pacientes, como fez com o nosso Rei."
    Guto meu fofo, Será que ele tem mais pacientes para matar?? Estão dizendo que nem médico ele é!!! :O
    Gentem, assim vamos pirar de vez.


    Conrad Murray é realmente Robert Earl Carter e ele não vai gastar um único dia na prisão estadual de deliberadamente matar Michael Jackson. Não um dia. Nova Califórnia
    Direito, acabou de passar outubro 1,2011 [SB 312] vai economizar MURRAY, eo Sheriff vai colocá-lo em um monitor de tornozelo para Murray pode caminhar livre.

    http://www.youtube.com/watch?v=FHQ9vfqwc7M&feature=player_embedded

    .....
    Murray não é Murray??? :O
    Que ele se safará da cadeia, isso é bem provável.
    Esse Wagener quer a todo custo mostrar toda a corrução que há na justiça americana. Ele está muito empenhado em colocar Sneddon na cadeia antes que esse verme morra de velhice.
    Wagener quer mostrar ao mundo a podridão que há na justiça americana.

    Fê meu fofo, vc poderia traduzir esse vídeo e colocar aqui o texto na íntegra o que Wagener está falando?
    Pleaseeee...

    bjsss

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  4. Só um louco pode procurar um homem desse para ser seu médico. Ele não tem nenhuma credibilidade. Os próprios médicos condenaram seus procedimentos nada profissionais. Como o Mike foi se meter numa furada assim?

    Nem quero ver os depoimentos das testemunhas de defesa. Não acredito que ainda possa haver argumento para um crime tão grande. Mesmo que Mike implorasse, nada justifica.

    O dermatologista alimentou o vício dele com Demerol, um remédio que provoca insônia. Por outro lado o CM usava o Propofol para ele dormir. Dois criminosos. E AK era amigo hein?

    JUSTIÇA PARA MICHAEL!!!
    CADEIA PARA MURRAY!!!

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  5. Felipe, te agradeço pelo belo trabalho que está fazendo, nos informando sobre o julgamento do "medicozinho" (gostou hein Guto???)
    Não tenho estômago e nem tempo para assistir, então mais um vez parabéns Fê!

    Essa terceira semana foi muito boa para a promotoria, as testemunhas foram unânimes em dizer que CM fez TUDO errado.
    Esse sujeito que se diz ser "médico", fez tudo o que não deveria ter feito.

    Com isso tudo, chego a conclusão que seu interesse era puro e simplesmente, $$$$

    O que mais me chamou a atenção e gostei demais, foi o que o especialista em medicamentos soníferos, Dr. Nader Kamangar disse nesse texto a seguir...

    "A defesa questiona como Dr. Nader teria agido no dia da morte de Michael Jackson caso estivesse na posição de Conrad Murray. Ele responde que jamais estaria na posição de Murray porque isso implicaria em ser negligente e ele sabe bem os procedimentos corretos na utilização do Propofol".

    O que me intristeceu, foi que todos disseram que SE o "medicozinho" tivesse feito o que deveria ter feito, administrar o antagonista, entubado e oxigenado Mike através do Ambú, se tivesse ligado para o 911 imediatamente o nosso fofo teria sobrevivido!!!

    Despreparo e negligência TOTAL!!!

    Parando, porque cheguei no meu limite...

    JUSTIÇA PARA MICHAEL!!!
    CADEIA PARA O "medicozinho"!!!

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  6. Zú minha fofa, vc está sendo educada e delicada demais com o Murray. A maioria está chamando-o de medicuzinho ou zão.
    Bom, mas isso não vem ao caso, a intenção é a mesma, ela está apenas mascarada e maquiadinha,rsrs...para não ficar vulgar,não ficar feio... não é?
    Agora feio mesmo e muito intrigante é Murray "matar" Michael dessa forma tão macabra, ficar com cara de paisagem no julgamento sem expressar nenhuma preocupação, ser julgado por homicídio culposo, colocarem o "corpo" de Michael numa exposição chocante para os abutres sedentos salivarem ainda mais em cima...uma gravação bem questionável e que nem todos questionam e apenas aceitam...e tantos outros absurdos que nos enfiam goela abaixo...e o medicosão (vou maquiar tb,rsrs..)que apenas expressa despreocupação e sono, depois de "cometer" tantos absurdos assim contra a vida de um ser humano, ficar livre, leve e solto.
    E Michael, como ficará??
    E nós, como ficaremos???
    Independente da crença de cada um, nos restará
    a desilusão, a incerteza, a decepção pela justiça que muitas vezes é falha e corrupta ...enfim, continuará tudo como sempre foi, só que agora com muito mais transparência.

    Michael, I love you more...L.O.V.E.
    Amor incondicional sempre!!

    bjs...amo vcs!

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  7. Fica claro que a NEGLIGÊNCIA esteve presente em todos os atos de Murray, acompanhada da irresponsabilidade, da ganância e da incompetência.
    E como gostei, Zú! Imagina trocando o "o"... fica perfeito!

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  8. "Christopher Rogers, patologista que participou da autópsia em Michael Jackson, diz que ele era mais saudável do que a média das pessoas da sua idade - mas estava muito magro." - Se ele não tivesse escolhido para seu médico particular, um "animal", estaria vivo, This Is It seria um sucesso, seus filhos o teriam visto ao vivo e nós, fãs, não estaríamos passando por essa perda tão precoce.

    Obrigada pelas informações, Felipe!

    JUSTIÇA PARA MICHAEL!!!
    CADEIA PARA O "medicozinho"!!!

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  9. Diante de tantos depoimentos que incriminam, sem deixar nenhuma dúvida o "medicozinho", o que essas testemunhas de defesa vão falar que possam aliviar sua culpa? Esse advogado deve estar se perguntando: onde vim me meter??? Mas tudo pode acontecer.

    Os doutores Nader Kamangar e Alon Steinberg evidenciaram o comportamento negligente e irresponsável do CM, comportamento esse que resultou numa perda irreversível.

    Vamos ver o que se passou no julgamento nessa semana. Não tenho lido nada fora daqui, fico esperando que Felipe poste. É um presentão esse trabalho seu para o blog! Muito obrigada!!!!

    JUSTIÇA PARA MICHAEL!!!
    CADEIA PARA O "medicozinho"!!!

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  10. Maíra fofa,

    Usei o diminutivo para reforçar a insignificância desse "ser" que se diz médico, mas não agiu como tal, e matou nosso querido!!!
    Não foi por educação não... foi por desprezo mesmo!!!
    O diminutivo tem duplo sentido e extremos opostos!!!
    Gosto de usá-lo quando me refiro a alguém de maneira carinhosa, ou ao contrário, soando de maneira pejorativa que é o caso desse sujeitinho... kkk

    Também não aguento ver aquela cara de paisagem!!!

    É revoltante mesmo fofa, por isso as vezes, começo escrever e paro!
    Sinto algo ruim crescendo dentro de mim, que me faz mal, então paro... como agora!!!

    Guto, trocar o "o" e acrescentar o "zão" como disse Maíra é muito bom!!! kkkk

    MJ 4ever!!!
    I love you Michael...

    JUSTIÇA PARA MICHAEL!!!
    CADEIA PARA O "medicozinho"!!!

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