segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Depoimentos - Segunda semana de julgamento


Confira o resumo dos depoimentos da segunda semana do julgamento de Conrad Murray.

Fontes: The Essential, Twitter mjBeats, Twitter MJNABrasil, Twitter Jackson_Legacy, OFuxico, Correio|OQueABahiaQuerSaber, EGO, Terra, TMZ, MidiaNews



Richelle Cooper, médica da UCLA, continua seu depoimento que foi interrompido na primeira semana. A doutora revela que em nenhum momento sentiu o pulso de Michael. "Minha avaliação quando ele chegou foi que estava clinicamente morto", disse. Durante uma hora e meia, uma equipe de 14 pessoas manteve esforços para salvar o cantor. Porém, a médica diz que não havia nada que pudessem fazer para salvar a vida do Rei do Pop. Às 02:26, MJ foi declarado morto pela segunda vez, sendo a primeira às 12:57. Cooper diz que Jackson tinha um cateter para provavelmente coletar sua urina enquanto inconsciente. A médica ainda diz que administrar 25mg de Propofol (quantidade que Murray diz ter dado naquela noite) para um homem de 50 anos e 65kg não seria suficiente para fazê-lo dormir. Na UCLA, nunca realizam a sedação sem um equipamento de respiração adequado no quarto. "Eu perguntei o que ele recebeu de medicamentos para que eu pudesse decidir o tratamento, a fim de ressuscitá-lo. [...] Achei que quando estava falando com Murray, estava obtendo respostas honestas e verdadeiras", declarou Richelle Cooper. Conrad Murray disse a ela que testemunhou MJ parar de respirar, o que contradiz com a tese da defesa.


Depois da médica Richelle Cooper, foi a vez de Edward Dixon, executivo da AT&T. Dixon disse que as ligações feitas para Murray eram de um celular que também lhe pertencia. Conforme descreve a promotora, foram várias ligações feitas em um curto período de tempo no dia da morte de Jackson. Ela cita os números para os quais o médico ligou e dos quais recebeu ligações, revelando a duração dos telefonemas, que variaram de 2min até 30min. Depois de muitas análises de diversas ligações, Dixon terminou o seu testemunho.


Jeff Strohm, funcionário da Sprint/Nextel, foi questionado sobre o atendimento dos telefonemas para Murray, mas afirmou que é impossível saber se as ligações foram atendidas ou não. Após a apresentação de alguns formulários no telão do tribunal, Strohm não deu nenhuma informação contundente a não ser a confirmação de que Dr. Conrad tinha mesmo dois telefones em seu nome.


A cardiologista Thao Nguyen trabalha no UCLA. Ela foi questionada sobre o momento que a chamaram para ver Michael Jackson no hospital. Conrad Murray se apresentou como "médico particular" de Jackson. Disse que ele estava cansado e precisou de medicamentos para dormir. O médico confirmou o uso de 4 miligramas de Lorazepam, e nada mais. Thao lembra que Murray disse que estava sem noções do tempo (Obs.: num vídeo exibido na semana passada, ele usava relógio no hospital), não sabia dizer quando ligou para a emergência ou o horário dos remédios. Em nenhum momento confirmou o uso de Propofol. A cardiologista tentou convencer Murray a deixar o paciente morrer em paz e com dignidade. Não eram necessárias medidas mais extremas. Mas ele insistia: "Não desista facilmente, por favor, tente salvar sua vida". Thao Nguyen declara que o Propofol pode causar amnésia total, e que ele só é usado quando há algum procedimento a ser feito. "Em nenhum momento Propofol pode ser manipulado fora do hospital. E só na área de emergências, com monitoria", diz.


Joanne Bednarz Parshad é médica de medicina interna, em Houston, Texas. Ela tinha contato com Murray. Às vezes, o chamava para ajudar a avaliar alguém. Conheceu o cardiologista para perguntar sua opinião sobre o uso do medicamento Plavix em um paciente em particular. Ela disse ter ligado para o consultório do acusado. Ela queria saber de Murray se poderia descontinuar o uso do Plavix para fazer um procedimento cirúrgico. "Dr. Murray foi convicto em dizer que o paciente precisava continuar o tratamento e completar seus seis meses nele. Surpreendeu-me que ele foi muito claro. Normalmente, os médicos dizem que não sabem do paciente e pedem um tempo para ligar de volta, mas ele foi conciso na resposta ao dizer para não suspender o tratamento", diz Joanne. A doutora falou com Murray em 25/06, às 10:22, por cerca de 3 minutos.


Antoinette Gill é cosmetologista. Conhece Conrad Murray há mais de 10 anos. Ela recebeu uma carta do seu escritório afirmando que ele estava temporariamente deixando a prática. Gill ligou para Murray em 25 de junho, às 08:49, e teve uma breve conversa.


Consuelo Ng conheceu Murray através da avó, que estava sendo tratada por ele, em torno de 2003-2004. Ela trabalhou como sua voluntária - ajudava com arquivos, atender telefones, sinais vitais de pacientes, etc. Ng conta detalhes sobre a clínica de Conrad Murray, que era dedicada apenas para problemas de coração. Não havia enfermeiros licenciados. Segundo ela, todas que trabalhavam no local faziam de tudo, desde a parte de secretária até a de enfermagem. Consuelo afirma também que checava sozinha o oxigênio dos pacientes, a despeito de não ser habilitada para isso, assim como fazia exames de sangue, entre outros. Murray ligou para o seu consultório em Vegas, no dia 25/06. O telefonema foi realizado às 11h26 e durou 32 minutos. Ng concorda que Murray tinha uma tendência a ser amigo de seus pacientes. Ela nega que soubesse que Dr. Murray estava morando em Los Angeles - onde cuidava de Michael Jackson -, mas confirma se lembrar de uma carta recebida no consultório do médico, na qual ele afirmava que se afastaria de suas funções profissionais.


Bridgette Morgan teve um relacionamento com Murray na época da morte de Jackson. Morgan confirmou ter ligado para o médico na manhã do dia 25/06, às 11:26, mas Conrad Murray, segundo ela, não atendeu ao telefone.


Stacey Ruggles trabalhava para Murray desde 1997. Ela foi uma das pessoas que recebeu ligação do médico no dia 25 de junho. Ele ligou para Ruggles às 10:34 (horário local), e ela retornou às 11:07 (horário local). A chamada durou 8 minutos. Stacey Ruggles diz que ajudou Conrad Murray a abrir um consultório no Texas. Os pacientes tratados por Murray em Houston tendiam a ser de baixa renda, ao contrário de seus pacientes em Vegas.


A próxima testemunha chamada é Michelle Bella, uma das 'namoradas'. Ela é stripper e conheceu Murray em fevereiro de 2008, em um clube de Las Vegas. Michelle recebeu torpedo do médico no dia 25 de junho de 2009. Ela disse aos promotores que o Dr. Murray deixou uma mensagem de voz em sua caixa postal 9 dias antes de MJ morrer dizendo-lhe que ele era o médico do cantor.


Sade Anding é uma das pessoas com quem Murray falou ao telefone no dia 25/06. Em fevereiro de 2009, trabalhava como garçonete no Sullivan Steak House e se conheceram. "Liguei para Murray, e ele respondeu. Após o contato telefônico passamos um tempo juntos", declarou. Conrad Murray a chamava de "namorada". Em 25 de junho de 2009, o cardiologista ligou para Sade às 11:51. Não estava havendo nada de incomum na ligação, apenas o típico "Olá, como está você?", até que ela percebeu que Murray não estava mais respondendo. Era como se ele tivesse colocado o telefone no bolso, segundo Sade. "Eu desliguei o telefone e tentei ligar novamente 2 vezes, e nenhuma resposta. Tentei várias mensagens de texto, sem resposta", disse. "Mais tarde, eu descobri que MJ tinha falecido."


Nicole Alvarez é atriz e namorada de Conrad Murray, com quem vive atualmente. É mãe de seu 7° filho. Murray falou com ela por telefone na ambulância, em 25/06. Alvarez tem 29 anos e diz que conheceu o médico em um clube de Las Vegas, em 2005. Poucos meses depois, eles se tornaram mais do que amigos. Em 2008, o cardiologista apresentou-a para Michael Jackson. Nicole Alvarez eventualmente levava o filho para ver Michael. "Eu não perguntei a Murray qualquer questão acerca de MJ. Não era comum para ele discutir as suas funções", declarou. Murray saía de casa às 21:00, e retornava na parte da manhã - às vezes, cedo, outras vezes mais tarde. Tornou-se mais e mais tarde com o passar do tempo. A atriz estava planejando acompanhar o namorado a Londres para a turnê This Is It. Foi Alvarez quem recebeu as enormes encomendas de Propofol para Murray. Ela não se lembra de todas as assinaturas de recebimento das encomendas FedEx em seu nome, e tem surtos de risos ao reconhecer uma delas, se mostrando bem petulante diante dos promotores. Não foi interrogada pela defesa, e alguns acreditam que ela omitiu algumas informações, além de muitas vezes ter sido contraditória.


Tim Lopez é a testemunha-chave sobre o caso de Propofol. Lopez admitiu em janeiro para os promotores a venda da droga para Murray. Depois disso, não foi mais localizado porque teria viajado para a Tailândia. Em seu depoimento, contou que conheceu Murray em 2008, depois de o médico ter comprado mais de 40 tubos de um remédio para clarear a pele (benoquinona). Segundo o farmacêutico, o médico de MJ disse que era para tratar pacientes seus, afroamericanos, que sofriam de vitiligo. Como não é um medicamento controlado, ele não questionou sobre a licença médica de Conrad Murray. Em abril de 2009, Murray perguntou a Lopez se ele entregava Propofol e quanto custaria. Nesse mesmo mês, ele fez a sua primeira encomenda: 35 frascos, dez de 100 ml e outras 25 unidades de 20 ml. Tim Lopez afirmou que Murray ficou com alguns frascos e pediu que o restante fosse entregue em um endereço em Santa Monica, provavelmente o do apartamento em que morava com Nicole Alvarez, mas que, em tese, deveria ser seu consultório médico. Ainda em abril, Murray encomendou mais 65 frascos. Soro fisiológico, Lorazepam, Midazolam, Lidocaína, Flumazenil, Hidroquinona... também foram alguns dos pedidos que CM fez a Tim Lopez. No total 255 frascos de Propofol foram enviados.


Sally Hirschberg é representante de suprimentos médicos. Sally tinha uma estreita colaboração com o consultório de Murray. O testemunho foi baseado nos pedidos de medicamentos do Dr. Conrad à sua empresa, SeaCoast Medical. Consuelo Ng, que depôs na primeira semana de julgamento, era o contato do médico na SeaCoast. Durante o depoimento, a testemunha informou que o escritório de Murray, em Las Vegas, solicitou o envio de suprimentos de infusão para um endereço residencial na Califórnia, mas ela se recusou, pois isso era contra o protocolo. "Isso violaria a política da empresa", explicou Hirschberg. Por isso, o equipamento médico foi enviado para o próprio consultório de Murray. As faturas de Conrad Murray incluíam cloreto de sódio, manguito de pressão arterial, adaptador de injeção, cateteres de IV, 25 frascos de lidocaína, seringas, agulhas, sacos de urina, etc. Sally disse ao júri que estranhou os pedidos de bolsas de soro e doses de lidocaína, algo que não é comum em clínicas de cardiologia. Ela também contou que em 26 de junho, um dia depois da morte de Michael Jackson, recebeu uma ligação vinda da clínica de Conrad Murray, cancelando um pedido feito no dia 22.


Steven Marks, examinador forense, analisou imagens e e-mails no celular do cardiologista. Alguns documentos do paciente Omar Arnold datados de 2006 a 2008 são exibidos e discutidos. Sendo cardiologista, Conrad Murray tratava também a insônia e ansiedade de Omar Arnold com Flomax (aparentemente, "Omar Arnold" e "Paul Farance" eram pseudônimos usados para designar "Michael Jackson"). Também é discutido o email de Bob Taylor, onde Murray diz ser médico pessoal de Michael Jackson desde 2006. Às 11:17 do dia 25/06/2009, Conrad Murray respondeu pelo iPhone que Michael Jackson não deu autorização para enviar seus relatórios médicos. Uma mensagem deixada pelo empresário Frank Dileo na caixa postal de Conrad Murray, solicitava para fazer exames de sangue em MJ por causa do episódio de 20/06/2009, onde o cantor estava mal. Num outro e-mail de Murray aos organizadores, ele diz que os boatos sobre a saúde frágil de Michael Jackson eram estupidez da imprensa. Durante o depoimento de Marks, é reproduzida a gravação do Rei do Pop, aparantemente dopado, no iPhone do cardiologista. Nela, ele expressa o seu desejo de ajudar as crinças. Para ler a transcrição (tradução por MJBeats) do áudio, datado em 10 de maio de 2009, clique aqui.


Elissa Fleak é uma legista investigadora. Realiza exames de corpo no local e conclui relatório para autópsia. Ela foi para a UCLA em 25/06 às 17:20 para examinar Michael, procurando sinais para a causa da morte. Não havia sinais de trauma. Foram coletados 4 frascos de sangue para testes de toxicologia. Fleak também realizou uma investigação da cena na casa de MJ. Ela encontrou garrafas de Propofol (um total de 12) ao lado da cama de Michael, que foram recolhidas e entregas à polícia, além de uma garrafa de Flumazenil. Foram exibidas imagens da cabeceira da cama, onde havia Diazapam, Lorazapam, Flomax, e pescrições médicas. Pode-se ver uma cesta com frascos de Trazadone, Clonazepam (ambos pescritos por Allen Metzger), Tizanidine (pescrito por Arnold Klein) e Temazepam. Perto da cama também havia vários tanques de oxigênio. Na mesa de vidro, compressas embebidas em álcool e cateteres IV. Em outra foto, uma seringa sem agulha. Foi encontrado também um recipiente de urina sobre uma cadeira com um saco de soro fisiológico e luvas de látex. Fleak retornou à residência em 29/06, onde encontrou 3 sacolas - uma preta, uma azul e outra marrom - e várias caixas, tudo isso escondido no armário de MJ. Na sacola preta, havia um manguito de pressão e 3 frascos de lidocaína; na azul, um oxímetro de pulso, uma gaze ensanguentada e diversos frascos diferentes, incluindo Propofol, Lorazapam e Midazolam. Um frasco de Propofol aberto estava dentro do saco de soro fisiológico, que, por sua vez, também estava na sacola azul. Na sacola marrom, havia 2 garrafas cheias de 100ml de Propofol, 7 frascos de 20ml de Propofol, 3 frascos de Lidocaína, 3 frascos de Midazolam, 4 frascos de Flumazenil, 2 frascos de Lorazepam e um tubo IV. No mesmo armário em que foram encontradas as sacolas, havia 18 tubos de Benoquin, acoplados a uma injeção. Após o depoimento de Fleak, o promotor Walgren lê a respeito das impressões digitais. As digitais de Michael Jackson não foram encontradas em nenhum medicamento - o vidro de propofol continha apenas as de Murray. Além disso, a promotoria lê cópias de exames de Michael Jackson, em que ele aparece com o nome falso de Omar Arnold.


Dani Anderson é toxicologista legista. Ele é responsável por testes e análises das investigações feitas pelo IML de Los Angeles. Anderson participou da autópsia de MJ em 26 de Junho. Durante o seu depoimento, a promotoria exibe um documento mostrando quais drogas estavam contidas no coração de Michael Jackson e em quais níveis. O toxicólogo conta que coletou sangue do coração e do fêmur do cantor. Havia Propofol, Lidocaína, Lorazepam, Diazepam e Midazolam no sangue do Rei do Pop. Não havia Demerol. Um teste de conteúdo gástrico, a pedido da defesa, mostrou 0.634mg/ml de Lorazepam no estômago de Michael (cerca de 1/43 de um comprimido), mas Anderson diz que o Lorazepam pode ter ido ao estômago através de redistribuição post mortem (depois da morte), pois o sangue pode 'vazar' medicamentos. É comum encontrar drogas no conteúdo gástrico sem que elas sejam ingeridas por via oral. Nenhuma droga como maconha, cocaína e anfetamina foi encontrada no corpo. Na cena do crime, Propofol e Lidocaína foram encontrados em seringas.


O detetive Scott Smith, que conduziu as investigações na casa de Michael Jackson, disse que recebeu da família um kit de barbear no qual continha maconha estragada e frascos vazios de Temazepam. Smith também contou a promotoria que encontrou frascos de Diazepam e Lorazepam no banheiro do cantor. Ele foi responsável pela gravação do depoimento de Murray, que aconteceu na presença de seus advogados no Hotel Ritz Carlton del Ray, no dia 27 de junho de 2009. Na gravação, o médico diz como conheceu o cantor e que foi convidado para fazer parte da equipe da turnê This Is It, como médico pessoal. Ele diz que ficava a noite na casa de Michael, exceto aos domingos, por solicitação do paciente. Quando o Rei do Pop chegou dos ensaios, na madrugada de 24 para 25 de junho, tomou um banho e passou o creme para o tratamento de vitiligo. Depois, foi dormir. "Michael não era capaz de dormir naturalmente", segundo Murray. Conrad deu um sedativo - Valium - e medicamentos adicionais, em forma IV - Lorazepam. "Fui colocando através do IV, lentamente de 2 a 3 minutos. Mas ele continuou acordado. Então, dei 2mg de Midazolam", disse o cardiologista na gravação. Eram 5:00 da madrugada e MJ continuava acordado. Murray deu mais 2 mg de Lorazepam. 7:30, e o cantor estava acordado. Outra dose de 2 mg de Verset. Já eram 10:00 e nada adiantava. O médico então deu-lhe Propofol. Michael dizia "Só me faz dormir, não importa como". Finalmente, ele adormeceu. Conrad, então, foi ao banheiro e quando voltou Michael não respirava. "Ele não estava respirando, imediatamente eu senti um pulso na região femoral, seu corpo estava quente. Iniciei imediatamente a CPR e respiração boca-a-boca", disse Murray a Scott Smith. O médico diz que não conseguia o mover sozinho para o chão. Murray gritou por ajuda mas ninguém apareceu, então ele deu 0,2 mg de flumazenil, que é um 'antídoto'. Em seguida, saiu correndo pelas escadas e chamou Alvarez para ligar para a emergência. Os paramédicos chegaram. "Eles queriam desistir, mas eu não. Eu amo o Sr. Jackson, ele era meu amigo, eu queria ajudá-lo tanto quanto eu posso", declara Murray na gravação. "Eu estava lá para ajudá-lo e para estar disponível, se algo desse errado. Eu estava tentando o desabituar do uso de Propofol. Poderia haver dependência, eu estava preocupado.”



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16 comentários:

  1. Os depoimentos da segunda semana! Ótimo!
    Muita coisa pra ler...

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  2. Essa trama envolve uma quantidade absurda de remédios! Não tem organismo que suporte.
    Segundo Scott Smith, "o médico disse que não conseguia mover Michael sozinho para o chão". É para pasmar com uma afirmação dessas, em se tratando de um cara corpulento e alguém magérrimo como o Rei.

    JUSTIÇA PARA MICHAEL!!!
    CADEIA PARA MURRAY!!!

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  3. O depoimento de Elissa Fleak foi bem chocante para mim, pois não imaginei que MJ pudesse ter tantos remédios em seu quarto. Era, praticamente, uma 'mini farmácia'!

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  4. Com essa quantidade enorme de remédios, pode ser chocante o que vou dizer, mas chega bem perto de um "suicídio".

    Não quero eximir o "medicozinho" de culpa, pois ele foi o instrumento, porque se não fosse a sua atuação interesseira por dinheiro, Michael não usaria tanto remédio sozinho.

    "Michael dizia "Só me faz dormir, não importa como".

    JUSTIÇA PARA MICHAEL!!!
    CADEIA PARA MURRAY!!!

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  5. Garota... essa afirmação foi forte.

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  6. Não estou dizendo que ele se suicidou, Guto. Estou dizendo que ele teve um comportamento de um suicida, sem ter a noção exata do que estava fazendo.

    É claro que ele não queria se matar. Ele amava viver, amava os filhos.

    Acho que ele foi inconsequente nessa ânsia de dormir. Aquela frase que ele falou diz tudo.

    Mas nada disso diminui o meu amor por ele.

    Vi uma foto agora da autópsia, despido e muitíssimo magro. E pensar que CM não conseguiu mover o Michael para o chão...

    JUSTIÇA PARA MICHAEL!!!
    CADEIA PARA MURRAY!!!

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  7. Das médicas que examinaram o Michael, uma falou que "Minha avaliação quando ele chegou foi que estava clinicamente morto". O que não me conformo é que essa morte prematura aconteceu em decorrência de tantas falhas, de tantos descasos, desse cidadão que se diz médico. Se ele tivesse feito o mínimo, nosso Michael poderia estar vivo.

    Causa muita tristeza, um ente tão querido, ter uma morte dessa, com tanta exposição, seu corpo nu sendo mostrado na internet para quem quiser ver. Uma morte sem dignidade, eu diria.

    Já estão até dizendo que ele estava "quase cego e com problemas urinários, chegando mesmo a molhar a roupa". Sinceramente, custo a acreditar nisso. Nos ensaios de This Is It não foi demonstrado nada disso.

    Com relação ao suicídio, acho que, no momento em que ele entregou sua vida nas mãos de Conrad Murray, ele se jogou num precipício.

    Nesse momento estou chorando... acho que tudo isso poderia ser evitado... bastaria que fosse outro médico.

    JUSTIÇA PARA MICHAEL!!!
    CADEIA PARA MURRAY!!!

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  8. Esse julgamento está me deixando impressionada. Essas fotos do Mike morto. Como eu gostaria que ele estivesse vivo!!!!! Nada disso ia acontecer e ele ia continuar cantando. Pobre Mike.

    L.O.V.E.

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  9. Também estou impressionada e triste Bel. Essas fotos não deveriam sair da sala do julgamento. Mas sabe como é a mídia com o Michael, né? É como mosca na carniça. O que puderem fazer para expor, eles fazem.

    Felipe, obrigada por esse trabalho maravilhoso que você está fazendo, nos deixando tão bem informados sobre os depoimentos.

    "Achei que quando estava falando com Murray, estava obtendo respostas honestas e verdadeiras" - o "medicozinho" não só provocou a morte do Mike como também obstruiu um possível socorro com suas mentiras e omissões.

    Essa maconha estragada que foi encontrada no kit de barbear dele certamente foi colocada lá, para manchar. Nunca ouvi falar que Mike usasse droga ilícita. O vício dele era em remédio.

    JUSTIÇA PARA MICHAEL!!!
    CADEIA PARA MURRAY!!!

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  10. Felipe, mais uma vez te agradeço por nos manter tão bem informados sobre o julgamento do "medicozinho"!

    Tenho pensado muito nesses últimos dias.
    Dias dolorosos para todos nós, que mesmo sem querermos, estamos relembrando aquele triste dia em que nosso querido se foi!!!

    Minha pergunta é: porque esse julgamento foi aberto a mídia???
    Ela SEMPRE perseguiu Mike, e diante dessa oportunidade, não seria diferente!!!
    Eles foram muito cruéis, com a memória de Michael, com sua família e conosco, seus fiéis fãs.
    E até que demoraram para começar o show...

    Cada semana que passa, surgem novidades e vejo que a promotoria usou essa foto para mostrar que diferente do que o "medicozinho" (me recuso a dizer seu nome) disse, Mike não estava bem mesmo!

    Apesar de não ter visto a foto (e nem vou ver), conversei com quem viu e disseram que Mike aparece bem debilitado, não aparentando alguém que estivesse bem de saúde, como foi dito pelo "m"...

    Esse desqualificado viciou o nosso fofo com todas essas drogas!

    Ai... não dá!!!
    Vou parando.
    Sorry...

    JUSTIÇA PARA MICHAEL !!!
    CADEIA para o "medicozinho"!!!
    JÁ!!!

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  11. "Murray escapa a prisão estadual mesmo se for condenado.

    O médico de Michael Jackson, que está a ser julgado em Los Angeles por homicídio involuntário do rei da pop, teve uma boa notícia: mesmo se for condenado, não irá para a cadeia estadual.
    Conrad Murray beneficiará já da implementação de uma lei que é aplicada na Califórnia, desde o dia 1 de Outubro, que impede os condenados por homicídios não violentos de irem para a prisão, devido à sobrelotação das cadeias do Estado.
    Segundo o TMZ, o crime pelo qual Conrad Murray está a ser julgado, o homicídio por negligência, insere-se nesta categoria, pelo que se for condenado o clínico ficará quanto muito numa cadeia do condado de Los Angeles, ou seja com criminosos que cumprem penas mais ligeiras e onde as medidas de segurança são mais baixas.
    Conrad Murray arrisca-se a uma pena de quatro anos pela morte do autor de ‘Thriller’.
    No entanto, mesmo se for condenado ao período máximo, Murray pode ficar retido apenas dois anos na cadeia do condado de Los Angeles, dado que a sobrelotação é de tal forma um problema, que está a levar as autoridades a encaminharem casos deste género para a conclusão de penas em prisão domiciliária, com pulseira electrónica, baseando-se no historial do arguido e no risco do mesmo para a comunidade.
    Dada a ausência de antecedentes criminais de Murray, esta é a tese que mais vigora no pior dos cenários.
    PROPOFOL CONTRA INSÓNIAS “É INCOMPREENSÍVEL”

    No tribunal de Los Angeles, esta quinta-feira, um especialista em terapia do sono considerou que recorrer ao propofol para combater as insónias é “incompreensível”.

    "Trata-se de um desvio grave dos padrões", disse Nader Kamangar. “
    http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/musica/murray-escapa-a-prisao-estadual-mesmo-se-for-condenado-com-fotos

    “PROPOFOL CONTRA INSÓNIAS É INCOMPREENSÍVEL”

    ...é incoerente, é absurdo, é surreal!
    Não acredito que Murray fosse tão insano, tão incapaz, tão negligente, tão burro para cometer esse absurdo além de todos os outros já mostrados, não mesmo.
    Acredito em erros médicos, afinal é o que mais vemos acontecer, mas loucura médica nesse sentido, sem saber sequer o básico da profissão é muito para acreditar que seja real.
    O sono repara o organismo, a anestesia não, qualquer um sabe disso.

    "Trata-se de um desvio grave dos padrões", disse Nader Kamangar. “
    Eu mesmo sendo leiga, percebi isso. E porque a justiça não??
    Porque Murray está sendo julgado por homicídio culposo??
    Ah vá...

    Quanto a prisão seee acaso ele for condenado...não ficará nem um ano preso, porque depois ainda entra o lance de prisão especial por ter curso superior e os cambaus...resumindo...Murray poderá até ser condenado, e daí?? Continuará livre.

    Se acreditar que Michael está vivo é surreal, acreditar nesses absurdos é mais ainda. Minha opinião.
    Mas cada um tem a sua visão sobre tudo.
    Mas que é dose é...

    Felipe, Parabéns pelo empenho e capricho de sempre, admiro sua dedicação! ;)
    Estou sempre aqui acompanhando seu blog, nem sempre comento porque sobre o julgamento eu seria muito repetitiva, mas estou sempre juntinho. ;)

    Mesmo não acreditando nesses absurdos todos que estão mostrando, inclusive a foto, é tudo muito difícil e doloroso pra mim.

    Beijo grande em vc e em todos, amo vocês.

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  12. Adrianice, vc perguntou o link do julgamento ao vivo?
    Acompanho nesses:

    http://www.tmz.com/

    nesses aqui vão traduzindo, ok?

    http://noticiasaovivo.terra.com.br/diversao/diversao/401-br/

    http://twitter.com/#!/MJNABrasil

    beijão

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  13. "Murray escapa a prisão estadual mesmo se for condenado"

    Essa notícia me deixou indignado! Então teremos todo o julgamento para, no final, ele não sequer ir para a cadeia? Ah, faça-me o favor!

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  14. Então Fê, isso não é o cúmulo?? Isso é surreal!
    Existem crimes que não chegam nem aos pés desse e a pena é muito maior.
    Gente, jamais um médico poderia ser tão burro desse jeito, matar uma pessoa dessa forma tão macabra, ser julgada por homicídio culposo, e seee for condenado não ir preso.
    E a família?? Não fazem nada. Nem sequer demonstram indignação ou pesar.
    Se a família de Michael, que sabe de tudo que aconteceu está nessa tranquilidade toda, fazendo showzinhos aqui e alí, fora os livros e os cambaus...é porque isso tudo é fake.
    Não consigo imaginar um comportamento desses da família se tudo isso fosse real, não mesmo.

    É tudo muito absurdo para ser real.

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  15. Obrigada pelo link, Maíra. Não estava conseguindo assistir porque eles mudam sempre o link.

    CM cometeu um crime hediondo: matou o Rei do Pop! Mas, se condenado, não irá para a prisão e só cumprirá metade da pena!!!

    É Brasil?

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  16. It amazed me how good MJ still was, the dance moves were great and fascinating to me. He was clearly the one in charge of the whole thing. He gave precise instructions of what he wanted, made sure everything was right and did everything that needed to be done.

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