terça-feira, 24 de maio de 2011

Caso Gavin Arvizo

Gavin Arvizo poderia ser apenas mais uma das milhares de crianças que Michael Jackson, generosamente, ajudou. Aos 10 anos, ele foi diagnosticado com um tumor canceroso de 4 quilos no rim, que precisou ser retirado, juntamente com a vesícula. Michael pagou seus remédios e caros tratamentos. Em pouco tempo, Gavin e toda a família - sua mãe, seu irmão e sua irmã - já estavam hospedados em Neverland. Até aí, nada muito surpreendente. Diversas crianças doentes já haviam sido ajudadas pelo Rei do Pop. O único problema é que a família Arvizo estava definitivamente decidida a destruir o pedaço de felicidade que ainda restava em Michael Jackson - e faturar o máximo possível com isso!

Parece que a fita voltou. Sua ligação 'paterna' com Gavin Arvizo era idêntica a ligação com Jordie Chandler, que lhe causou tanto sofrimento. Estava tudo acontecendo exatamente como aconteceu em 1993. Dessa vez, porém, os resultados da inocência - e até certa ingenuidade - de Michael foram, de longe, piores. Nada foi resolvido com pagamentos, como da primeira vez. Agora, o caso parou no tribunal!

Michael Jackson era realmente um pote de ouro. Janet Arvizo (a mãe) se aproveitou o quanto pôde do dinheiro. Tudo que pediam, eles conseguiam. Presentes, brinquedos, viagens... pura mordomia. Mas Janet sabia que toda essa boa-vida não duraria para sempre, e foi logo esquematizando um plano para não sair de mãos abanando.

Em síntese, todo o inferno começou com o documentário 'Living With Michael Jackson', de Martin Bashir. Nele, Michael é retratado como um bizarro louco que leva crianças para a cama e vive isoladamente com seus filhos num rancho de mais de 2.000 acres. A cena mais polêmica foi a de MJ de mãos dadas com Gavin, contando como eram suas noites em Neverland: um dormia no chão, num saco de dormir, e o outro na cama. O Rei do Pop permitiu que Bashir seguisse seus passos durante 8 meses, o acompanhando aonde fosse. A intenção era melhorar sua imagem pública. Porém, não foi um golpe muito esperto. O quadro acabou se revertendo e a imagem de Michael Jackson ficou ainda mais arrasada.

Em consequência do documentário, oficiais do bem-estar infantil começaram a investigar o relacionamento de Michael com Gavin. Mas nada foi adiante, porque o garoto negou qualquer envolvimento inadequado que supostamente teria ocorrido. Nessa época, a família Arvizo ganhou diversas oportunidades para acusar Michael e divulgar esses 'abusos', mas não o fez. Muito pelo contrário! Eles apareceram em filmagens e gravações enchendo o Rei do Pop de elogios.

"Um verdadeiro homem de família. É um homem ideal e eu o amo com todo o meu coração. Ele abriu seus braços. Assegurou-se de que meus filhos estivessem seguros e felizes, uma felicidade que nunca tiveram", disse Janet no 'documentário resposta' que Michael Jackson fez para Martin Bashir (The Footage You Were Never Meant to See / A fita que não era para você ver). Fato é que toda a família tratava o Rei do Pop como um pai, e jurava de pés juntos que nada de sexual estava acontecendo entre eles.

Porém, do nada, sem nenhum motivo aparente, toda a família Arvizo voltou-se contra Michael Jackson e espalhou histórias sobre os supostos abusos sexuais. Finalmente, o Rei do Pop começa a afastar-se de Gavin. Janet, então, dá início ao seu 'plano diabólico'. Entra em contato com diversos advogados e submete seu filho a sessões com psicológos.

Algo muito estranho havia acontecido. As declarações de Gavin Arvizo, seu irmão e sua irmã estavam completamente diferentes! Falavam o contrário de tudo que já tinham dito. Disseram ao psicólogo que Gavin havia sido abusado sexualmente, que teriam ingerido bebidas alcoólicas e que foram obrigados a falar, anteriormente, que Michael era como um 'pai'. Tudo mudou de uma forma tão absurda que, quando se deu conta, o Rei do Pop já estava como réu em um tribunal se defendendo de 10 acusações, entre elas extorsão, abuso sexual e cárcere privado.

Em Novembro de 2003, a polícia conseguiu uma ordem judicial para fazer buscas em Neverland. No mesmo mês, Michael Jacksn foi preso e solto após pagar uma fiança de 3 milhões de dólares. Mais tarde, em uma entrevista a Ed Bradley, do programa 60 Minutes, relatou ter sido agredido física e mentalmente na prisão. Disse que os policiais machucaram seus braços com as algemas e o prenderam num banheiro cheio de fezes por cerca de 45 minutos, enquanto debochavam: 'O cheiro aí está bom?'.

"Ambição, dinheiro. Em algum lugar, a ambição entrou em alguém. Eu não posso dizer com certeza, mas tem a ver com dinheiro. 'É Michael Jackson, olha o que temos aqui, vamos conseguir dinheiro com isso'. É exatamente o que aconteceu. [...] Os pais têm poder sobre as crianças. Elas sentem que têm de fazer o que os pais dizem. Mas o dinheiro é a raiz de todo o mal, o amor pelo dinheiro é a raiz de todo o mal. Essa era uma criança doce, e vê-lo mudar assim... Esse não é ele. Eu conheço o coração dele", disse Michael.

Esse não foi o primeiro caso judicial em que a família Arvizo estava envolvida. Em 1998, eles foram detidos ao furtar a loja californiana J.C. Penney. Mas Janet fez um 'barraco' e a queixa foi retirada. Os Arvizo, então, alegaram que teriam sido espancados pelos seguranças.

"Nas mais de 200 páginas de documentos relativos ao caso, surge um quadro inquietador em relação à matriarca da famĺia. O psiquiatra contratado pela J.C. Penney para avaliar Janet Ventura Arvizo rotulou-a de 'esquizofrênica' e 'delirante'. Segundo o médico, 'ela sofria por ser uma ninguém'", escreveu o biógrafo J. Randy Taraborelli em 'Michael Jackson - A Magia e a Loucura'.

Alguns anos depois, Janet volta a processar a J.C. Penney, dessa vez por assédio sexual. Os seguranças teriam 'acariciado' seus seios. O psiquiatra da loja alegou que ela treinava os filhos para que a ajudassem nos golpes. A família acabou lucrando 137 mil dólares com tudo isso.

O julgamento do Rei do Pop só começou no início de 2005, tendo como:

Promotor - Thomas Sneddon
Advogado de defesa - Thomas Mesereau
Juiz - Rodney Melville

Foi um verdadeiro inferno para Michael. Segundo muitos, ele estava 'morrendo aos poucos'. Em certos momentos, parecia extremamente frágil. Apesar de tentar passar uma imagem forte, tranquila e confiante, todos sabiam que estava se corroendo por dentro. Chegou no seu limite. Era sofrimento demais para alguém que sempre procurou fazer o bem às pessoas.

Muitos dias se passaram. Dolorosos dias. Diversas testemunhas depuseram. Algumas, mentirosas. As declarações dos Arvizo eram contraditórias. A cada dia, contavam histórias diferentes. Estavam desesperados por provas consistentes contra Michael, mas não conseguiram.

Durante as audiências, histórias contadas pela acusação foram desmentidas. Uma aeromoça de um voo que Jackson compartilhou com Gavin em 2003 relatou que em nenhum momento ele deu bebidas alcoólicas ou teve condutas impróprias com o menor. Muitas testemunhas declararam que Arvizo era rude e esnobe. Michael jamais mostrou pornografias a nenhuma criança (apesar de admitir ter material pornô - hetero - escondido em Neverland), mas o garoto e seu irmão tinham contato com materiais do tipo por vontade própria, sem conhecimento ou consentimento do astro. Também bebiam às escondidas. Eles realmente fizeram uma 'farra' em Neveland, e Michael nem imaginava o que estava acontecendo por lá.

Tanto a defesa quanto a promotoria tiveram seus altos e baixos, mas a verdade prevaleceu. Em 13 de junho de 2005, Michael Joseph Jackson foi declarado inocente. Fãs vibravam desesperadamente enquanto era anunciado: "Nós, do júri, declaramos o réu inocente de todas as acusações". Foi um dia de glória para o Rei do Pop. Apesar do grande desgaste emocional que ele sofreu, a justiça foi feita e a família Arvizo, definitivamente, saiu de mãos abanando. E, agora, não teriam como contar com a ajuda de Michael. Pobres almas.



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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Ola Ray: drogas, polêmicas e processos judiciais

*Artigo postado no site de notícias EGO em 26/07/2009.

Créditos: EGO - 'Por onde anda Ola Ray, a namorada de Michael Jackson em Thriller?'


'Thriller', o clipe mais bem-sucedido da história, transformou Michael Jackson em Rei do Pop e em dono de uma das maiores fortunas do entretenimento. Mas a sorte não sorriu da mesma forma para a outra estrela do vídeo.

Ola Ray era uma modelo de 22 anos tentando ser atriz quando foi chamada para viver a assustada namorada de Michael em 'Thriller'. "Lembro como se fosse ontem. No minuto em que entrei no teste, sabia que o papel era meu. Li umas linhas, dancei algumas músicas e o resto é história", disse Ray recentemente a KRCA, uma TV de Sacramento, na Califórnia.

É em Sacramento que Ola, aos 48 anos, vive atualmente, ao lado de parentes e da filha Iam, de 13 anos. Tem uma vida sossegada após episódios turbulentos e muitos altos e baixos na carreira. "Todos pensam que ganhei milhões (com Thriller). Mas não ligo, não mudaria nada", disse a atriz ao jornal britânico 'Sunday Mirror'.

Ola despontou em 1980 quando tirou a roupa e foi capa da 'Playboy' americana. "(Michael) parecia atraído pelo fato de eu ser uma modelo da Playboy", disse. Após 'Thriller', ela conseguiu emplacar alguns pequenos papéis em produções de Hollywood como '48 Horas' (1982) e 'Um Tira da Pesada 2' (1987), mas não foi além disso. Na época, ela disse que parou de trabalhar porque havia se recusado a dormir com produtores para conseguir papéis.

Sem conseguir deslanchar, a ex-playmate caiu de cabeça nas drogas. Em 1992, foi presa por posse de cocaína. Como pena para o delito pegou nove meses em uma clínica de reabilitação. Já fora do tratamento, engatou um namoro com Jim Brown, ex-jogador de futebol americano, que conheceu na Mansão Playboy. Meses depois os dois terminaram o relacionamento, ele alegando não conseguir conviver com o vício da namorada, ela dizendo que era mal-tratada por ele.


A relação ainda gerou uma briga na justiça. Ola pediu um teste de DNA para Jim Brown. Ela afirmava que Iam era filha dele, mas os exames mostraram o contrário.

Nesta época conturbada, Michael Jackson ajudou Ola com quantias em dinheiro, segundo o "Mirror". Mesmo assim, em 2009, cerca de um mês antes do Rei do Pop morrer, ela entrou com um processo contra Michael e a produtora de 'Thriller'. A ação era por quebra de contrato e reclamava por ela não ter recebido sua participação nos lucros do rentável videoclipe.

Após a morte do astro, Ola Ray se declarou 'chocada', mas, segundo o "Post Chronicle", já está se reorganizando para mudar o alvo de sua ação. Agora ela está processando o espólio de Michael. O quanto ela quer abocanhar nesta ainda é um mistério, mas pelas pistas dadas pelo advogado dela, Jason Feldman, fala-se de grana alta. "É complicado calcular quanto vale, mas o vídeo em si gerou algo em torno de 15 a 40 milhões de dólares desde que foi lançado", disse o advogado ao RadarOnline.com. "Ola não tem nada contra Michael e ficou triste com sua morte. Isto é apenas um acordo financeiro que nós achamos que nunca foi totalmente cumprido."

domingo, 1 de maio de 2011

ESPECIAL: 50 Curiosidades sobre MJ

CURIOSIDADES MJ

Créditos ao fórum The Essential
www.theking.com.br



Essa era a capa original do disco Ben. Eles mudaram porque descobriram que o rato poderia assustar as crianças e impedí-las de comprar o álbum.


O video Say, Say, Say foi filmado no rancho Neverland 4 anos antes de Michael comprá-lo.


Michael usou lentes de contato na capa do álbum Bad.


MJ pagou pelo funeral de David Ruffin (dos Temptations).


MJ lia muito e tinha mais de 10.000 livros em sua biblioteca pessoal.

Ele fez o backvocal na música "All I Do" de seu amigo Stevie Wonder.

Janet Jackson foi uma das dançarinas no vídeo Thriller.


A música In the Closet do Michael era para ser gravada com a Madonna, mas devido a diferenças entre eles, quem participou da música foi a princesa Stephanie de Mônaco. Não foi Naomi Campbell, como muitos pensam.



Michael usou o som das batidas do próprio coração para o começo de "Smooth Criminal".


Michael nasceu com uma hérnia umbilical, que foi depois corrigida.


Michael criou a coreografia do vídeo de Bad em 2 dias.

Jackson era dono dos direitos autorais do Hino do estado da Carolina do Sul chamado "South Carolina on My Mind", gravado Hank Martin e Buzz Arledge.

Um obcecado fã francês cometeu suicídio em 1984 depois que sua mãe se recusou a deixá-lo fazer cirurgia plástica para ficar parecido com Michael.


Em 1984, uma biblioteca dos EUA acusou Jackson de dever mais de 1 milhão de dólares em multas por empréstimo de livros. Os policiais disseram que eles iriam rasgar as multas se ele devolvesse os livros autografados.


Paris recebeu este nome por ter sido concebida na cidade luz.

No auge da popularidade da música, em 1984, a MTV passou o vídeo "Thriller", de 14 minutos de duração, 2 vezes a cada hora, durante 24 horas.


"Liberian Girl" começa com uma frase na lígua Swahili: "Nakupenda pia, nakutaka pia, mpenzi we!", que significa "Eu te amo, eu te quero, meu querido!"


A luva do MJ tinha 1083 cristais.



O video-clip de YANA foi inspirado em uma pintura de 1922 feita por Maxfield Parrish, chamada Daybreak.

Em 1988, durante a Bad Tour, Michael começou uma campanha em NY, chamada "BAD" (Be Against Drugs - Seja Contra as Drogas).


No set de Jam, para evitar confusões, a equipe chamava Michael Jackson de "Michael nº 1" e Michael Jordan, de "Michael nº 2".

HIStory é o álbum duplo mais vendido nos EUA e Blood on the Dance Floor é o álbum de remixes mais vendido de todos os tempos.

Um ritual pré-show do Michael era dissolver a bala Ricola em água quente e beber. Ele dizia que isso ajudava a limpar a garganta e a voz.



Esta era a capa original do álbum Bad, mas foi descartada porque os produtores acharam a foto muito "suave" para um álbum com o nome de Bad.

O single de Smile foi lançado em 1997, mas devido a desentendimentos, a Sony retirou o single do mercado 2 semanas após seu lançamento, e destruiu os CDs e LPs. Devido a isso, atualmente este é considerado o single mais raro do Michael, e também é o item de coleção mais caro que existe.

A mãe do Michael, Katherine, é 1/4 chinesa. Portanto o Michael é descendente de orientais também. A avó do Michael (mãe do Joe) era branca. Michael tem uma tia ruiva, de olhos verdes.


Michael continuava pagando a educação de seus sobrinhos e sobrinhas quando algum de seus irmãos não tinha condições de mantê-los em escolas particulares.

A única coisa que ele gostava no McDonald's era do McFish (Filet-o-Fish, em Inglês).

Ele era faixa preta em Karatê.

Em "The Lost Children" as vozes das crianças que são ouvidas no fim da canção são dos filhos de Mike, a garotinha Paris, na época com 2 anos de idade, e o menino Prince, com 4.

Todo o lucro que "Man In The Mirror" gerou a Mike foi doado para uma instituição chamada Camp Good Times, de Los Angeles, que cuidava de doentes terminais.


Em "Beat It", as duas gangues eram reais e rivais! Michael e o diretor até ficaram um pouco temerosos, porém tudo deu certo.

Resultado de uma pesquisa feita em maio de 1996 entre 15.000 mulheres de 15 países europeus, revelou que Michael era o sétimo homem mais sexy do mundo.

No dia 13 de junho de 1983, a música “State of Shock” foi tocada sem parar por 24 horas (288 vezes) numa rádio da Califórnia, KIQQ FM.


Em novembro de 1993, no meio de todas aquelas acusações de abuso sexual infantil, a Pepsi anunciou que havia cortado relações com Michael Jackson, fazendo com que fãs leais parassem de beber o refrigerante. Muitos fã-clubes de Michael encorajaram membros a boicotar a Pepsi e escrever para a empresa em protesto. Um fã norte-americano começou a distribuir adesivos que liam “Pepsi jogou Michael no lixo. Agora nós estamos jogando Pepsi no lixo”. Depois de dois meses do anúncio da Pepsi, A Coca-Cola anunciou que suas vendas cresceram em 20%.

O site Twitter ficou fora do ar por cerca de 10 minutos após a notícia sobre a internação e morte de Michael Jackson. A página caiu por conta da quantidade de mensagens enviadas por seus usuários.

“Billie Jean” foi o primeiro vídeo de um artista negro exibido na MTV.


Em 1985, Michael resgatou Bubles, que tinha câncer, de um centro de pesquisa no Texas. A partir desse momento, o macaco passou a ser seu companheiro e até excursionou com Michael durante a turnê Bad. Agora ele vive num santuário animal, onde pode ser visitado pelo público. Michael continuou a visitar seu amigo juntamente com seus filhos.


Uma das três crianças que participa do filme Moonwalker é Sean Lennon, o filho de John Lennon com Yoko Ono.

As peças de figurino que MJ usaria na turnê TII são adornadas com 300 mil cristais Swarovski de 53 formatos, 40 tamanhos e 27 cores diferentes.

Em 27 de novembro de 1979 a Agência de Publicidade de Michael tentou que ele fosse a matéria de capa da Rolling Stones, mas a resposta foi a seguinte: "MJ já foi capa da Rolling Stones quando garoto, queremos muito fazer uma megamatéria com ele, mas acreditamos que ele não seja uma matéria de capa". Anos Seguintes a Revista iria implorar para MJ ser a capa.


Michael e os filhos eram fãs da saga Star Wars. Tanto é que o último Natal do Rei do Pop teve a presença da atriz que interpreta a Princesa Leia, Carrie Fisher.

MJ ganhou uma multa por excesso de velocidade e foi por isso que ele escreveu Speed Demon.


Em 93, Thomas Sneddon conseguiu autorização para fazer buscas em Neverland. Ele se deparou com um cofre e fez de tudo para conseguir abrí-lo. Quando finalmente conseguiu, descobriu que dentro havia somente um papel com o código para abrir o cofre.

Wylie Draper, ator que interpretou o Michael adulto no seriado "The Jacksons - An American Dream" também aparece como um dos dançarinos do clipe de "Remember the Time". Wylie morreu em 1993 de leucemia e o clipe foi seu último trabalho.


Siedah Garret, a backing vocal da Dangerous Tour e que gravou a música I Just Can't Stop Loving You, também é co-autora de Man In The Mirror.



No Museu Field, em Chicago, há um antiga escultura de uma mulher egípcia. Há boatos de que Michael se inspirou nela para fazer as plásticas.

Billie Jean foi o primeiro vídeo de um artista negro exibido na MTV, em 1983.

MJ possuia a estatueta do Oscar do filme E o Vento Levou.

O nome original da música Thriller era Starlight.



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