quinta-feira, 29 de abril de 2010

Quando se passa do limite

Quando se chega ao limite? Quando se deve parar? São essas perguntas que muitos não sabem responder. Afinal, qual o significado de 'limite'? Alguns interpretam como 'até onde não se afeta o espaço de outro'. Outros interpretam como 'até o ponto em que não se excede regras'. Limite também pode ser interpretado como 'o ponto em que se deve deter para seu bem ou para o bem de outro'.


É praticamente impossível não relacionar 'plásticas' a 'Michael Jackson'. Se você é sensato, deve saber disso. Michael modificou seu rosto ao longo dos anos, excedendo cada vez mais limites de cirurgias plásticas e estéticas. Mas, como nada é por acaso, isso também teve seu motivo. Michael Jackson foi torturado fisica e mentalmente quando criança. Além de ser agredido e espancado, ele era frequentemente xingado pelo pai. Joseph o chamava de narigudo, feio, espinhento, etc.


Pouco a pouco, tudo isso desenvolveu em Michael o chamado 'transtorno dismórfico corporal', caracterizado pela preocupação obsessiva com algum defeito inexistente ou mínimo na aparência física (segundo o Wikipédia). Por causa desse transtorno, Michael sofreu durante toda sua vida, numa busca pelo rosto perfeito. Visivelmente incomodado com o assunto, ele declarava ter feito apenas 2 plásticas. Também devemos ressaltar que a mudança de cor da pele não é relacionada às cirurgias, e sim ao vitiligo.


As mudanças são visíveis, e não podem ser negadas. As plásticas, querendo ou não, fizeram parte da grande vida do Rei do Pop, Michael Jackson.



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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Entre Michelangelo e LaChapele

"Estreou nesta terça-feira (28) a nova exposição do polêmico fotógrafo David LaChapelle, intitulada The Rape of Africa.

A mostra, que está na galeria Robilant & Voena, em Londres, traz uma fotografia que promete causar ainda mais barulho do que os demais ensaios do fotógrafo: a imagem, batizada de American Jesus: Hold Me, Carry Me Boldly, reproduz a estátua Pietá, de Michelangelo, e mostra uma figura de Jesus segurando em seus braços o Rei do Pop Michael Jackson.

Esta não é a primeira vez que o fotófrago utilizada a imagem da Pietá como inspiração para seus retratos de ícones da cultura pop. No ano passado, o artista fez uma imagem polêmica de Lady Gaga nua nos braços do rapper Kanye West (veja a foto clicando aqui).

Questionado pelo The Independent a respeito da polêmica em torno da imagem de Michael Jackson nos braços de Jesus, LaChapelle afirmou que as imagens não têm mais o poder de chocar as pessoas.

"Nós vivemos em um mundo a prova de choque. Nós estamos agora em um universo pós-pornográfico - a linha que separa a fotografia da pornografia é muito tênue. O desafio agora é criar obras que sejam relevantes dentro desse contexto. Assim como os artistas do Renascimento falavam em suas obras dos textos em que viviam, minhas fotos são reflexo desta era. Sempre tento olhar além da superfície, é o que faço desde que peguei uma câmera pela primeira vez", afirmou LaChapelle.

O fotógrafo, que foi acusado de utilizar apenas imagens esteticamente agradáveis em suas exposições, respondeu que sua única preocupação é que suas fotos consigam contar histórias.

"Um crítico me disse que colocar a modelo Naomi Campbell em um ensaio não é uma maneira fiel de representar o continente africano. Eu perguntei a ele: se eu colocasse no lugar dela uma mulher toda machucada e com a barriga aberta, seria uma imagem mais profunda para você? Nós vemos imagens deste tipo todos os dias na TV e nos jornais. Acredito que posso utilizar imagens glamourosas para representar coisas significativas, e que as minhas fotografias conseguem representar narrativas e histórias de maneira eficaz", explicou LaChapelle ao The Independent."

Fonte: www.virgula.uol.com.br

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Tudo que se relaciona a Michael Jackson, estando ele vivo ou morto, é denominado de polêmico! Eu penso que essa foto não foi feita com má intenção. Para mim esse tal LaChapele quis mostrar que Michael está descansando em boas mãos. Mas essa é minha opinião.



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terça-feira, 27 de abril de 2010

Martin Bashir confessa que mentiu no seu documentário

Muita gente já deve ter visto o abominável documentário de Martin Bashir. Ele denigre Michael de uma forma ridícula e suja. Aquele mesmo idiota confessou, após a morte do Rei do Pop, que mentiu. Vejam o vídeo!

Assistam e caiam na gargalhada:




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'Em chamas'

As portas se abrem. Michael Jackson se vira e começa a dançar. Explosivos são acionados. Uma forte claridade toma conta do palco. A luz volta ao normal, e é possível ver uma chama na cabeça do denominado Rei do Pop. Ele continua a gravação. Após notar a chama no couro cabeludo, MJ dá rápidos giros e o fogo é contido por um extintor de incêndio. Pode-se ver Michael sendo levado para a ambulância, com um 'rombo' na cabeça.


Foram esses os acontecimentos da gravação feita por Michael Joseph Jackson para um comercial que promovia a Pepsi. Ao contrário do que muitos pensam, ele não queimou apenas o couro cabeludo, mas também o rosto, com queimaduras de 2° e 3° graus.


O Rei do Pop foi levado ao hospital enrolado num cobertor, com uma faixa na cabeça e com a luva de Billie Jean. Seus fãs fizeram um mutirão na porta do hospital, desejando melhoras. Graças a dor demasiada, ele, mesmo contra a sua vontade, teve que tomar analgésicos. Alguns dizem que foi por causa desse acidente que Michael Jackson ficou dependente de medicamentos.


Concluímos, então, que as consequências dessa tragédia não foram apenas as queimaduras. Esse trágico acidente trouxe problemas futuros para Michael, como, por exemplo, o 'vício' em analgésicos. O Rei do Pop recebeu, da Pepsi, uma indenização de 1,5 milhão de dólares, que foi doado para um hospital de queimados.



Vejam vídeos do acidente:

Youtube 1

Youtube 2



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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Canção da natureza


Michael Jackson lançou o álbum 'HIStory: Past, Present and Future - Book I' em 1995, pela gravadora Epic Records. O lançamento desse álbum foi antecedido por um comercial de televisão, em que Michael aparece marchando e comandando uma tropa de diversos soldados (veja o vídeo clicando aqui).


'HIStory' carregou um vasta camada de emoção e polêmica. As músicas 'Tabloid Junkie' e 'Scream' apresentam protestos contra a mídia. Mas não tratarei delas nesse post. Aqui, o assunto é outro: 'Earth Song'! Uma canção que toca no fundo dos nossos corações e planta uma semente de compaixão, bondade e benevolência.


Nessa música, Michael Jackson faz um apelo desesperado para a preservação da natureza. Pede pelas crianças, pelos mares, pelos animais, enfim, pelo planeta Terra.


O clipe mostra Michael em uma floresta devastada, além de cenas de outras regiões, como a floresta Amazônica. Já a versão feita para os shows de 'This Is It', exibe uma garotinha numa floresta muito bonita, vasta de verdes e animais. Ela deita na grama e dorme. Quando acorda, tudo ao seu redor está totalmente acabado, pegando fogo. A única planta que resta é uma pequena muda. A menina tenta salvar essa muda antes que ela seja destruída por uma escavadeira.


O depoimento de Michael nesse clipe também é comovente: "As pessoas falam que eles farão algo. Eles quem? A mudança começa por cada um de nós". Essa música é mais uma prova da preocupação de Michael com o mundo. É aquele assunto de 'deixar o dinheiro e a fama subir à cabeça e só olhar para o próprio umbigo'. Michael Joseph Jackson, aquele artista intitulado de 'bizarro' e que você já deve ter ouvido falar, não era assim.



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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Glória Maria e seu emocionante depoimento


Embora muitos não saibam, a apresentadora Glória Maria foi fã de Michael Jackson. Mas não por sua música, dança, ou sucesso. Ela foi fã da grande pessoa que ele sempre foi. Após sua morte, ela desabafou sobre seu encontro com Michael, quando ele veio gravar o clipe 'They Don't Care About Us' aqui no Brasil. É um emocionante depoimento, vale muita a pena ler:


"Comigo, as coisas não são normais. Eu não entrevistei o Michael Jackson (quando ele rodou um clipe no Brasil, em 1996), foi ele que me entrevistou. Eu o acompanhei quando gravou na Bahia e fiquei negociando para ver se ele falava comigo. Estávamos no Pelourinho e o Michael viu o carinho do povo comigo, então, disse que conversaríamos no Rio. Quando chegamos, subi a favela e a gente ficou conversando uns 20 minutos. Ele me perguntou como tinha sido o meu início. Contei que vim de uma família pobre, mas que tinha conseguido estudar. Ele queria saber se não havia discriminação e racismo no Brasil. Respondi que sim e ele ficou muito interessado em saber mais. No pouco tempo que fiquei com ele, tive um vislumbre do ser humano bacana que era.
Vi o seu braço e pedi para passar a mão. Ele tinha uma pele muito fina e dava para ver que o corpo era todo tomado pela doença, o vitiligo. Como tinha pouquíssimas partes mais escuras, realmente seria mais fácil clarear o pouco que restava de escuro. Aí, notei um buraco no nariz dele e vi que ele ficava sempre com uma gaze tampando. Perguntei o que era aquilo e ele disse que foi consequência da segunda cirurgia que fez, porque tinha um desvio de septo e que, por causa disso, ficou com uma infecção crônica no nariz. Naqueles poucos minutos, alguns dos tabus que todo mundo tinha, para mim, acabaram. Fiquei triste comigo mesma por ter entrado nessa história que todos comentavam sobre o seu embranquecimento, por ser uma coisa alheia à vontade dele.
Quando Michael terminou a gravação, fiz a passagem e ele ficou quietinho, humilde e com cara de bobo, esperando eu falar, mas sem entender nada do que eu dizia. E fez a declaração, dizendo “Eu amo o Brasil”. Foram várias surpresas em um encontro curto. Vi que era uma pessoa frágil, simples, sem frescura. No final, ele me puxou, me abraçou e me beijou. Aquele mito de que ele dormia numa bolha caiu. Eu estava imunda, cheirando mal, e ele me abraçou sem nojo, sem restrição.
O que me impressionou muito foi o olhar dele, de tristeza, o tempo todo. Só vi o olho dele brilhar, parecendo criança, quando estava com o Olodum. Michael pulava, corria de um lado para o outro, no Pelourinho. O Spike Lee, que era o diretor do clipe, nem o dirigiu, só captou a espontaneidade dele.
Fui pega de surpresa com a notícia da morte do Michael. Tive uma sensação de tristeza profunda. Ele foi um ser humano que não conseguiu ser feliz, não conseguiu ter serenidade na vida, apesar de ser um ídolo mundial. Todo mundo sabe que a vida dele, desde que nasceu, foi puro sofrimento. Esqueceram a pessoa que estava ali e, pelo menos para mim, ele demonstrou ser muito generoso. Para mim, ele não foi um ídolo, pois só gostava da música dele na época dos Jackson 5, mas, como ser humano, sempre me intrigou. Eu tenho identificação de alma com ele. Somos duas pessoas que, cada uma à sua maneira, conseguiram vencer."



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terça-feira, 20 de abril de 2010

O vitiligo

'Vitiligo'. Muitas pessoas se assustam ao ouvir essa palavra. Mas, afinal, o que é o vitiligo? O vitiligo é uma doença que se baseia na redução das células responsáveis pela produção do pigmento. Assim, a pessoa que tem a doença perde a pigmentação da pele, ocasionando manchas brancas de diversos tamanhos. É importante afirmar que o vitiligo não é contagioso, e que os contaminados por essa doença ficam com a pele extremamente sensível ao Sol.


Em 1993, numa entrevista dada a Oprah Winfrey, Michael Jackson afirmou: "Eu tenho uma doença que destrói a pigmentação da pele. Não posso fazer nada quanto a isso. As pessoas criam histórias de que não quero ser quem sou. Isso me magoa. Eu tento controlar as manchas usando maquiagem, para igualar a pele". Na mesma entrevista, ele declarou que o problema começou no período entre o álbum Off The Wall e Thriller.


A mudança da cor da pele de Jackson gerou muita polêmica. Uns diziam que ele mentia em relação ao vitiligo, e que não aceitava sua etnia. Mas a autópsia do corpo de Michael provou que ele estava falando a verdade (veja a foto clicando aqui). Ela confirma que ele sofria de uma doença que reduzia a pigmentação e deixava marcas brancas na pele. Michael Joseph Jackson, portanto, não mudou propositalmente a sua cor. Porém, os boatos nunca acabarão. A mídia, sempre preconceituosa, continuará inventando mentiras e intrigas sobre o que aconteceu com a pele do Rei do Pop.



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Por onde andam os filhos de Michael Jackson?

Sei que muitos estão 'alienados' em relação à família de Michael Jackson, desde sua morte. Para alguns, as últimas imagens de Prince, Paris e Blanket foram no velório do rei do pop. Então, segue links de algumas fotos que foram tiradas dos filhos de Michael, após sua morte. Detalhe: eles não estão mais usando aquelas máscaras.

No aniversário da Paris
(03/04/2010):

Foto 1

Foto 2

Foto 3

Foto 4

Foto 5

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Almoçando com Katherine Jackson e com os primos (17/04/2010):
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Vídeo: Youtube 1


Na cerimônia do Grammy (31/01/2010):

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Vídeo: Youtube 2



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domingo, 18 de abril de 2010

"Todas as crianças crescem, menos uma..."


























"Todas as crianças crescem, menos uma"... É com essa frase que a grande aventura começa. Peter Pan, um garoto que não aceita crescer, vive na Terra do Nunca. Ele mora com os meninos perdidos, crianças que se perdem e vão para lá, onde nunca crescem.


A luta pela eterna infância não é exclusividade de Peter Pan. Se fossemos reinventar essa grande história, o apropriado seria o seguinte:


Michael Jackson, um pequeno garoto de Gary, mergulha no mar da fama. Trabalhando como um adulto, e sem nenhum tempo para brincar, ele deixa de ser criança precocemente. Assim, vai viver em Neverland, a Terra do Nunca, em busca da infância perpétua. Para lá, ele convida os 'garotos perdidos', crianças geralmente pobres ou deficientes. Michael vive em um mundo encantado, de fantasias, lembranças, sonhos, ilusões. Mas também vive em um mundo de solidão.


Em Neverland, ele tenta recuperar a infância que seu pai grosseiramente tirou. Lá, ele vive o papel de uma criança presa em um corpo de gente grande. Lá, ele sonha um dia poder voar como Peter Pan. Lá, ele faz a frase 'todas as crianças crescem, menos uma', virar realidade.



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sábado, 17 de abril de 2010

Heal The World e cia

O que a sociedade pensa ao ouvir o nome 'Michael Jackson'? Muitos certamente pensariam coisas como 'louco', 'maluco', 'pirado'. Dificilmente relacionam Michael Jackson a humanitarismo. A edição de 2000 do Guiness, o livro dos recordes, colocou Michael como o pop star que mais apoiou organizações de caridade. O livro afirmou que o Rei do Pop cuidava da manuntenção de 39 instituições.


Michael Jackson sempre gostou de espalhar o bem entre as pessoas. Desde pequeno passava de porta em porta pregando a palavra de Deus. De acordo com o livro 'Michael Jackson - A Magia e a Loucura', de J. Randy Taborelli, Michael comprava diversos brinquedos e virava a noite colocando pilhas e testando cada um deles, para presentear crianças (muitas delas deficientes) que iam aos bastidores de suas turnês.


MJ fundou a organização de caridade 'Heal The World', que doou milhões de dólares para crianças pobres, os quais foram arrecadados de sua turnê 'Dangerous'.


Segundo o wikipédia: 'Na Fundação Heal The World, Michael lutou para providenciar medicina para as crianças pobres, lutou para acabar com a fome mundial e também com o abuso e exploração sexual'.


Ele não divulgava suas ações caridosas; simplesmente porque não as realizava para ter fama de bonzinho, ou receber algo em troca. 'Realizar o bem sem intuito de ter algo em troca': isso é ser humanitário!



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